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E quando não conseguimos chegar num diagnóstico? Será que é TAB e essa oscilação do humor seria uma hipomania ou seria uma instabilidade emocional da Personalidade Borderline? Seria um TOC de baixo insight ou está caminhando para esquizofrenia? Essa dificuldade escolar é pelo TDAH ou parece que tem também um Déficit de Processamento Auditivo Central ou uma Dislexia?
Nem sempre conseguimos definir categoricamente um diagnóstico e, mesmo que consigamos em determinado momento, tudo pode mudar no momento seguinte. O maior objetivo é identificar o sofrimento, as disfunções, os prejuízos e endereçá-los para os tratamentos adequados, acompanhando de perto a evolução. É cuidar da pessoa e do seu arredor. É tolerar a incerteza e ajustar o percurso quando erramos. É admitir a “ignorância” e buscar ajuda. É acolher e oferecer segurança e confiança.
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(…) Todo mundo precisa de uma razão para seguir em frente – falou o cavalo.
– Qual a sua?
– Vocês três – respondeu a raposa.
– Voltar para casa – disse o menino.
– Bolo – acrescentou a toupeira. (…)
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